segunda-feira, 28 de março de 2016

[RESENHA] Toda luz que não podemos ver

  
Bem antes de começar eu tenho alguns avisos.

1. Se você é uma pessoa preguiçosa, é melhor  parar  por aqui, um livro de 527 páginas não é pra você.

2. Se você é muito sentimental, um livro sobre a Alemanha em plena era Hitler, não é o mais indicado.

3. Se você é uma pessoa confusa, não entenderia as passagens de tempo, vão te deixar mais confuso ainda.


  Agora se você está atrás de uma história fascinante, está no livro certo.
 Toda luz que não podemos passa-se na França em 1934, onde conhecemos nossas personagens principais. Marie-Laure, filha de um chaveiro do museu nacional de história natural, que com seis anos perde por completo a visão, tendo agora que ver o mundo com outros sentidos. Werner Pfennig, alemão mora no início da história com sua irmã Jutta, em um orfanato, Werner é um garoto inteligente e bom em concertar coisas, principalmente rádios.
  No decorrer dos 13 capítulos, têm-se flashbacks e passagens de tempo, onde podemos notar a fuga de Marie e o pai, o aprendizado de Werner, a vida de cada um, até o ponto que Werner passa a servir o exército alemão, e em uma missão é enviado à França local onde ocorre o encontro das personagens, como ocorre? Isso eu não posso nem quero dizer. O final dessa história só lendo.
  Apesar de parecer um livro super chato, quando você começa a ler, aos poucos você vai se imaginando na história, começa sentir as mesmas situações, se apaixona pelo enredo, pelas histórias em aberto com o livro conta, e como frase que mais me tocou, escolhi uma que tem um pouco a ver com a última resenha.


"Abram os olhos, e vejam o máximo que puderem antes que eles se fechem para sempre." 






Um comentário:

  1. Esse livro é super lindo! Os capítulos curtos sobrepõem o tamanho do livro :)
    beijos
    whoosthatgirrl.blogspot.com

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